Por volta das 17h de terça-feira (2) equipes da Força Tática da Polícia Militar, durante operação pela Zona Norte de Marília (75 km de Lins), se depararam com um indivíduo que carregava uma bolsa. Ao perceber a presença das viaturas, se demonstrou nervoso, aumentando a passada e correndo para dentro de uma residência, localizada na avenida João Martins Coelho, no jardim Santa Antonieta.

As equipes fizeram o cerco, entraram na casa e abordaram o elemento que havia se trancado no banheiro. Em busca pessoal, os policiais localizaram na cintura do suspeito um revólver calibre 32 (Taurus), numeração raspada e municiado com seis cartuchos, sendo três intactos e três picotados.

Na continuidade das buscas, foi localizado no chão do quarto um saco plástico contendo 112 porções de maconha e uma porção maior da mesma droga. Indagado, ele disse que correu pois é procurado pela justiça e confessou ser dono da arma e que a droga seria para seu próprio consumo.

Após consulta do RG, foi verificado que C. P. L., 35 anos, era procurado pela justiça, havendo contra o mesmo dois mandados de prisão preventiva expedidos pela comarca de Getulina (25 km de Lins), sendo um deles por homicídio ocorrido em fevereiro deste ano.

Foi dada voz de prisão ao elemento, o qual foi conduzido à CPJ (Central de Polícia Judiciária), autuado em flagrante por porte ilegal de arma e tráfico de drogas.

RELEMBRE O CASO

No dia 2 de fevereiro deste ano, o comerciante Vanderlei Ferreira, 27 anos, foi morto a tiros e seu corpo encontrado embaixo de um pé de café, por volta das 15h40 de sábado (03/02), na rua Nello Nocchi, Jardim Bela Vista, em Getulina.

O local onde o corpo foi encontrado com três ferimentos provocados por disparos de arma de fogo, em decúbito lateral esquerdo (deitado de lado), fica próximo a residência da vítima.

O delegado plantonista, ao tomar conhecimento do ocorrido, registrou a ocorrência como “homicídio qualificado”.

O crime teria ocorrido por volta das 22h de sexta-feira (02/02). No entanto, informações colhidas pela polícia indicam que o autor do crime teria ameaçado de morte algumas testemunhas e que, por isso, o crime só foi comunicado no dia seguinte, por volta das 11h.

Passados meses de investigação, cruzamento de informações e relatos de testemunhas, a Polícia Civil chegou a conclusão que o suspeito do crime possa ser C. P. L., que é réu confesso durante a prisão de terça-feira (2).

(Fonte Radio Amiga FM)