A caxumba, também chamada como parotidite, tem um período de incubação de duas ou três semanas. Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar. Nos casos graves, a caxumba pode causar surdez, meningite e, raramente, levar à morte. Após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos nos homens ou dos ovários nas mulheres e levar à esterilidade. Por isso, é necessário redobrar a atenção nestes casos ter acompanhamento médico e comunicar a Vigilância Epidemiológica Municipal.

Transmissão

Altamente contagiosa, a caxumba é causada pelo vírus Paramyxovirus, transmitido por contato direto com gotículas de saliva ou perdigotos de pessoas infectadas. Costumam ocorrer surtos da doença no inverno e na primavera e as crianças são as mais atingidas.

Prevenção

A melhor maneira de evitar a caxumba é através da vacinação aos 12 e 15 meses de vida. Caso uma pessoa seja afetada, ela não deve comparecer à escola ou ao trabalho durante nove dias após início da doença. É preciso, ainda, manter hábitos de higiene como a limpeza de objetos contaminados com secreções do nariz, da boca e da garganta do enfermo. A vacinação de bloqueio é recomendada para quem manteve contato direto com pessoas doentes.

Sem mais, colocamo-nos à disposição para esclarecimentos de dúvidas ou outras orientações.

Atenciosamente,

Mariana Batelochi Sioni Rozeno

Claudia Regina Nunes

Diretora da Divisão de Vigilância Epidemiológica

Secretária Municipal de Saúde

SESA – Lins

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