Condenação foi definida após mais de sete horas de julgamento no Fórum da cidade.

Nílson Florindo foi a júri popular pelo crime ocorrido um dia antes da Lei Maria da Penha completar 10 anos.

Depois de mais de sete horas de julgamento no Fórum de Pirajuí (SP), a Justiça condenou nesta quarta-feira (25) Nílson Florindo a 16 anos e seis meses de prisão pela morte da ex-companheira, Sueli Laurenes Lima.

O crime aconteceu no dia 6 de agosto de 2016, quando a vítima morreu após ser esfaqueada no pescoço. Na época, o autor confessou o crime e, desde então, estava preso em Lins.

O júri popular contou com a participação de sete jurados e a decisão foi unânime. A audiência começou por volta das 13h30 e a condenação foi divulgada às 20h20.

O acusado foi condenado por homicídio com qualificadores de feminícidio e motivo torpe. Segundo um dos filhos da vítima, o casal estava separado na época do crime, e Nílton não aceitava o fim do relacionamento.

O crime ganhou repercussão porque em 7 de agosto daquele ano, um dia após o crime, a Lei Maria da Penha, elaborada para coibir e punir com mais rigor atos de violência contra a mulher, completava 10 anos em vigor.

Fonte e foto: G1